sábado, 16 de junho de 2012

Sem consciência, sem planeta


"Há tempos se tem notícias dos estragos causados pelo ser humano em nosso planeta, e desses atos resultam muitas transformações no meio ambiente. Em contrapartida, alguns cientistas confirmam a tese de que o aquecimento global é um processo natural e que a Terra está numa fase de transição: da era glacial para a interglacial.
Essa passagem propicia o aumento da temperatura, mas não se pode negar que as ações humanas afetaram o curso natural do planeta. Enquanto o ser humano não era evoluído, a Terra se encontrava em condições plenas de sua criação e transformação natural; à medida que o homem se desenvolveu, enormes problemas surgiram e reações assustadoras dão prova disso.
Todo ser vivo depende das condições do planeta. Com o seu aquecimento, desastres são iminentes e, muitas vezes, irreversíveis. O que assusta é o fato de esse grande problema não ser desencadeado de uma hora para outra, mas sim, em longo tempo de descaso humano, gerando catástrofes.
Bom, isso todos sabem, mas temos que nos conscientizarmos o mais rápido possível, pois ainda há tempo de reverter um pouco a situação caótica atual. Medidas como economizar água, não poluir tanto o meio ambiente e reciclar o material possível, podem soar muito clichê, mas ajudam o planeta. Não se faz uma melhoria coletiva sem começar pelo gesto individual."

Achei isso jogado por aqui, escrevi há alguns anos atrás, e ainda estamos na mesma, o texto cabe da mesma forma. É de pensar.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Muito obscuro, viu?

Quando me dei conta, estava em algum lugar totalmente escuro, sem qualquer vestígio de luz. Não enxergava nada além das minhas mãos, que com elas, naquele momento eu não sabia ao certo o que fazer. Procurei, me virei, tentei abrir os olhos mais uma vez e avistar algo, algum ponto ou sinal que pudesse me guiar, mas novamente não enxerguei nada. Por um instante era só eu, meus pensamentos, aquilo que eu não encontro formas de traduzir para o mundo tangível, e as coisas que, se eu explicasse, não fariam sentido a ninguém. Ao menos penso que não, pois se fizer, espero que encontre essa pessoa, ou essa coisa que converge ao mesmo tempo e no mesmo lugar que eu.
Deixando de lado a tal busca da identidade pessoal que todos dizem estar passando, naquele instante eu estava me deparando com uma bifurcação invisível. Mais que isso, eram muitos caminhos a escolher, mas não podia enxerga-los de fato, toca-los, testa-los para ter a certeza de que o escolhido iria me levar algum lugar concreto. Para complicar, não havia nenhum instrumento para me auxiliar na insistente fuga. Talvez eu não devesse fugir, ou talvez a busca pela "coisa" de comum conversão toma o lugar dessa fuga. Em tal obsessão, fui criando em minha mente um universo paralelo ao tal breu, onde eu não consegui enxergar nada, mas era capaz de sentir um ar mais denso, onde poderia moldar um viés alternativo aos padrões que vieram me seguindo até aquela escuridão, mas não foi isso que foi capaz de iluminar qualquer trajeto.
Por algum tempo isso tomou conta da minha mente, dividindo espaço com as ideias megalomaníacas de uma viagem inteira, que me remeteram ao lugar que estou agora. Neste mesmo espaço, também estão as informações e sentimentos que eu fui absorvendo nesta mesma viagem, os quais eu também tenho que traduzir, as vezes para que alguém entenda, mas principalmente para que o que eu absorvi interaja com os universos que eu anunciei criar. E é ai que está o problema, lidar com isso.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Tudo e nada

Tudo.
Nada.
Tudo, e nada. Assim, ao mesmo tempo.
O que eu penso, e não encontro formas de cantar.
O que eu penso, e queria conseguir não pensar.
O que eu penso, e queria poder não pensar.
O que eu acho que penso.
O que falta pensar.
O que eu acho que falta.
O que eu acho que tenho.
O que eu queria ter.
O que eu precisava ter.
Tudo.
Nada.
Tu.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

A volta

Depois de longos meses, estou voltando a pedidos, e com mais fôlego do que nunca, pronto pra guerra, na qual espero ter aliados.
Apesar de achar todo esse esquema do nosso planeta errado, eu vou continuar seguindo e tentando, eles vão ter que engolir, e algum dia isso aqui vai ser "entendível".


Devaneio Revoltado II
Em todo esse tempo fora, eu andei muito, e vi muita coisa, coisas boas sendo jogadas fora, o amor cada vez mais banal, e o mundo girando cada vez mais em volta do dinheiro, nem a natureza se safa das garras cruéis dos seres humanos; o ciclo natural dos últimos tempos. Será que algum dia nós vamos acordar e perceber as merdas que fazemos?
Enquanto isso, fico feliz quando vejo algum velho amigo que continua o mesmo, e não foi estragado como tantas pessoas que vagam por ai, doando suas almas para empresas, para serem exploradas e receberem uma miséria por isso, trabalhando como escravos para o bem-estar do governo, que a última coisa que faz bem é governar. Não estou aqui pra fazer nenhuma revolução, ao menos sozinho não, mas se não acordarmos logo, a tal onda de crueldades vai voltar, e não vai ter nenhuma praia paradisíaca nos esperando com um luau de boas vindas. O naufrágio é certo. Viver livre, com amor e suavidade é o que eu espero,  o que todos deveriam buscar. 
Esse é só para lembrar que eu estou de pé, e ainda colocando meus devaneios no "papel". Os sentimentos dentro de mim ainda estão muito intensos para traduzi-los em palavras, mas logo mais vem algo típico.

domingo, 31 de outubro de 2010

Um fantasma que causa repulsa

Devaneio Revoltado I
O fascismo ficou no passado, mas ainda assim, muitos elementos fascistas estão presentes em governantes e governos populistas. É muito difícil a comunidade mundial tolerar a repetição de genocídios da magnitude dos cometidos pelos nazistas, mas ainda há chances desses governantes “loucos” causarem danos ao seu próprio povo ou aos estrangeiros escolhidos como seus supostos inimigos, como atentados, já ocorrido com os Estados Unidos. 
O que será que esses políticos manjados querem? É difícil dizer se virá mais um golpe, ou um atentado de um político que é comparado a um terrorista. Os povos com governos “quase fascistas” estão a deriva de atentados e danos que podem ser causados por esses ditadores fajutos que se escondem atrás de máscaras de “bons” governantes, e se contradizem rotulando terceiros de fascista.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Janelas

Era de manhã, eu tinha acabado de acordar, quer dizer, tinham acabado de me acordar. Só percebi onde estava quando olhei para a janela e vi o vento soprar na cortina que se esvoaçava para dentro, constantemente. O frio era suave, a janela havia passado a noite aberta, que como muitas outras coisas, eu esquecera de fechar, como o meu peito. O vento congelante entrou, mas não foi só o vento, um sentimento também entrou, o que aqueceu e não deixou o vento me congelar.
Abri as portas e as janelas para quem merecia, fiz bem. Todos fazem escolhas, as vezes sem saber no que vai dar. Em algumas dessas vezes, da certo, e não se arrependem. Então, façam suas escolhas, eu não me arrependi.

domingo, 11 de abril de 2010

Nova

Aquele velho disco 
Que você esqueceu na minha mesa de jantar 
Ainda conduz o meu baile de viver 

Aquele grande amor 
Que você anunciou cultivar em mim 
Ainda cresce forte e vigorante no meu peito.